domingo, 31 de agosto de 2014

Tempo é vida

Algumas vezes pessoas cometem os maiores erros de sua vida por simplesmente colocar a carroça na frente dos bois, figurativamente falando. Isso vos digo.
Na maior parte das vezes por falta de planejamento os mesmo se decepcionam, se frustam, e não conseguem dar continuidade de onde pararam. Alguns caem em depressão, por aceitar a derrota tão fácil sem ao menos lutar.
Quanto ao certo, seria; Planejar, Agir e deixar Deus no controle. Mas vejamos por outro lado! Nem tudo depende do ser superior é claro. Por isso venho a lhe dizer; - Levanta a bunda gorda desse sofá. Mexa-se!
Sabe! É como diz as escrituras; Faça sua parte e eu te ajudarei / Busque primeiro o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. (Bíblia).
A vida é composta por um conjunto de fatos. Suas escolhas também, e não deveriam ser diferente.
Sei que para morrer basta estar vivo. Mas vem cá! Pra que morrer se ainda não chegou a hora?
Novamente Deus intervém; Para tudo há um tempo certo debaixo dos céus; há tempo de nascer e tempo de morrer. (Eclesiastes - 3).
Cada vez mais pessoas tem ignorado Deus e seus mandamentos.
Venho perguntar a cada leitor. Oque tem feito de sua vida?
Oque tem feito no seu dia-a-dia, La no trabalho, na escola, no curso, na sua própria casa?
tem gasto seus minutos com sabedoria? Para Deus não basta apenas não fazer o mau. Pois ficando de braços cruzados também não é garantia de estar fazendo o bem. Além de estar se pagando de encosto.
Pois bem! Concluo esse texto com uma reflexão;
- Saiba usar seu tempo. Tempo é vida . . .

Único!

Seja alto, baixo, loiro, moreno, negro, bravo, calmo, romântico, cinéfilo, leitor, ranzinza, safado, tímido, etc. O importante é ser único(a).

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Deixar por amar

Tenho trabalhado tanto, mas sempre penso em você. Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assenta e com mais força quando a noite avança. Não são pensamentos escuros, embora noturnos… Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você. Eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse ao meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. Mas se você tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Tinha terminado, então. Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você, nem eu somos descartáveis. E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Simplesmente

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.
-Fernando Pessoa

Realize!

A Vida é muito curta para ser pequena! . . .

Sorria!

O sorriso é uma jornada. Da boca aos olhos. Dos olhos, à alma.

Realidade

Quantas gerações serão necessárias para que as pessoas parem de olhar somente para os próprios umbigos e comecem a se importar com o que acontece às suas voltas? É difícil se permitir sentir compaixão? É tão difícil se comover com a dor do outro? É difícil estender a mão? É difícil apenas dar um abraço? Porque não olhamos a nossa volta? Porque não percebemos quem realmente precisa apenas de uma palavra? Quantas gerações ainda serão necessárias apenas para perceber que um simples gesto mudaria tudo.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Fazendo a diferença

As pessoas podem ser muito mais, ou muito menos do que aparentam ser. Não julguemos. Isso cabe a Deus. Estenda a mão, vivemos todos em união. Pois o mundo só mudará se começarmos com (eu)…

Sem mais . . .

Por acaso eu procuro a aprovação das pessoas? Não! O que eu quero é a aprovação de Deus. Será que agora estou querendo agradar as pessoas? Se estivesse, eu não seria servo de Cristo.” 
— Gálatas 1.10

Ousado!

Apesar de todos os medos, escolho a ousadia.Apesar dos ferros, construo a dura liberdade.
Prefiro a loucura à realidade, e um par de asas tortas aos limites da comprovação e da segurança.
Eu, (……….), sou assim.
Pelo menos assim quero fazer: a que explode o ponto e arqueia a linha, e traça o contorno que ela mesma há de romper.
A máscara do Arlequim não serve apenas para o proteger quando espreita a vida, mas concede-lhe o espaço de a reinventar.
Desculpem, mas preciso lhes dizer:
EU quero o delírio.